Quando o insuportável Coelho Branco, titubeante, disse não saber mais como começar seu depoimento, o Rei de Copas aconselhou: “Comece pelo começo, em seguida prossiga até o fim, e então pare”. O conselho, proferido num momento crítico de “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll, cabe como uma luva na cara dos brasileiros, em especial, como um tapa na cara dos baianos. E agora mais do que

“João Gilberto, meu maior ídolo, recebeu um CD meu enviado por Rosa Passos e me mandou um recado maravilhoso, pedindo inclusive que eu continuasse a cantar "suave desse jeito, de um jeito que ninguém mais canta", segundo suas próprias palavras, entre outros elogios... Quer mais do que isso, de João Gilberto?” (A.L.) Nascido em Salvador (BA), esse talentosíssimo músico começou a cantar

Uma vez o Lima Barreto escreveu: “Desde menino, eu tenho a mania do suicídio. Aos sete anos, logo depois da morte de minha mãe, quando eu fui acusado injustamente de furto, tive vontade de me matar. Foi desde essa época que eu senti a injustiça da vida, a dor que ela envolve, a incompreensão da minha delicadeza, do meu natural doce e terno; e daí também comecei a respeitar supersticiosamente a

Eu já tinha esse livro na minha biblioteca desde 2001, quando o comprei numa livraria na rodoviaria de Porto Alegre, mas nunca tive curiosidade de fazer uma leitura cuidadosa pois sempre tinha outros na frente. Mas, independente da minha falta de atenção, “ O PERFUME – A História de um Assassino” (lançado em 1985) foi considerado o livro da década de 80 na Alemanha. E só depois que alguém

“Essa indústria cultural que nós temos massificada e comprometida com o que há de mais medíocre, não pode ser chamado de mercado de arte, principalmente, a indústria fonográfica.” (A.G.)
Em junho do ano passado publiquei um pequeno texto na revista “Cult” em que escrevi o seguinte: “O poeta é o contador de sua própria história, da história de seu ser e de seu existir. O poeta conta. Conta e

Quando os jornalistas brasileiros reclamam – como o fazem com freqüência – sobre o "elitismo" da literatura contemporânea, a honrosa exceção invariavelmente citada é a ficção do autor baiano ELENILSON NASCIMENTO. Prova dessa ousadia são os textos publicados no portal Literatura Clandestina e na sua coluna semanal no jornal O Rebate. O mérito que distingue as suas obras tem sido casar

Eu já estava entediado lendo esse livro (mesmo com o título paradoxalmente engendrado) de Milan Kundera, quando me deparei com o seguinte: “Existem cada vez mais universidades e cada vez mais estudantes. Para desenrolar seus pergaminhos é preciso que eles encontrem temas de dissertação. Existe um número infinito de temas pois pode-se falar sobre tudo e sobre nada. Pilhas de papel amarelado se

 
JIRO TAKAHASHI é de Duartina, uma pequena cidade do interior de São Paulo, tem 59 anos, 3 filhas e 5 netos, é professor de Literatura e disciplinas correlatas, como Leitura e Produção de Textos, Estilística no Centro Universitário Ibero-Americano, no curso de Letras. É também tradutor e interprete desde 1979, com algumas interrupções por conta do trabalho editorial no Rio de Janeiro

Iniciei recentemente um debate pela comunidade LITERATURA CLANDESTINA (Orkut) para falar sobre Deus e religião. Acabei ficando muito surpreso com algumas respostas autoritárias de alguns. Descobri (mesmo não querendo) que é muito complicado abrir um diálogo com qualquer tema polêmico e que talvez venha desagradar aos mais puritanos, mesmo assim, tenho a obrigação de fazê-lo só para acabar com

Aproveitando que o “rei” Roberto Carlos proibiu a sua recente biografia, “Roberto Carlos em Detalhes”, numa cena repulsiva digna de páginas policiais e divulgada meses atrás por toda imprensa, onde um imenso caminhão parou diante do depósito da editora Planeta e recolheu 670 caixas com 10.700 exemplares do tal livro, escrito pelo historiador (e fã declarado de RC) Paulo Casar Araújo. Eis o resumo

“Um pingo de chuva estourou na pedra de gelo do meu whisky. Eu lembrei de ti que sempre quer botar pingo de I em Y. Que é que há? Parece até que eu sou um livro mal escrito e que você é uma caneta cor vermelha rasurando o que não aceita nem consegue decifrar...”. Essa letra inteligente é do compositor baiano Maurício Baia que, em tempos de celebridades transando na praia, políticos recebendo
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