EI MOÇA! A NORA QUE MAMÃE PEDIU – QUAL O TELEFONE DO CACHORRINHO?

O Estado de Israel não é como vendem um produto do sentimento cristão, democrático e ocidental dos povos livres do mundo diante do sofrimento imposto ao povo judeu pelo nazismo.
 
Foi uma decisão alimentada pelos Estados Unidos e pela Grã Bretanha para abrigar bases militares e centros de operações que permitissem, como permitem, o controle do Oriente Médio, leia-se petróleo e outras riquezas.
 
A gênese do Estado de Israel está no terrorismo capitalista, na ordem mundial imposta após o término da IIª Grande Guerra e com a concordância da União Soviética, num mundo dividido em Yalta. Os judeus eram um problema para Stalin.
 
Madona já veio ao Brasil pelo menos quatro vezes, no mínimo três, para cantar, recolher fundos para ajudar as crianças pobres da Amazônia e mostrar-se encantada com o desfile de escolas de samba (assistiu ao de domingo, o primeiro dos dois dias).
 
Visitou empresários, o governador de São Paulo José Collor Arruda Serra e arrancou pelo menos dez milhões de dólares para seu projeto. Em todas as viagens ao Brasil veio com seus filhos legítimos, em nenhuma delas com os adotivos.
 
Madona é ligada ao Centro de Kaballah de New York, uma organização sionista que usando a fachada de ajuda a crianças pobres e outros desvalidos, exporta o nazi/fascismo agora aportado em Tel Aviv e em Washington.
 
As adoções feitas pela cantora e amplamente cobertas pela mídia mundial situam-se dentro desse projeto que, não é nada mais que um avanço organizado e contínuo sobre países africanos e os chamados em desenvolvimento, caso do Brasil.
 
Em
 
http://www.youtube.com/watch?v=0Qjsj9-qdk8
 
é possível ter uma visão clara e precisa da distorção do noticiário tanto nos EUA, como no resto do mundo ocidental, cristão e ocidental, sobre o papel do Estado de Israel, da mídia venal (no Brasil GLOBO, VEJA, FOLHA DE SÃO PAULO são como que carros chefes).
 
Uma cidadã norte-americana questiona a ajuda a Israel. “nossos impostos, nosso dinheiro” e reclama, mostrando e provando, dos dados distorcidos sobre a morte de crianças palestinas e crianças judias no conflito entre os dois países. Tanto em jornais de prestígio mundial como o New York Times, como jornais regionais, grandes redes de televisão, a mídia no seu todo.
 
Não houve nenhuma adesão de Madona ao judaísmo como se costuma dizer, à Kaballah. Existe um contrato, uma cooptação de uma pop star para fins políticos e para vender a ideologia sionista. Em si e por si terrorista.
 
Não existe a menor diferença do que faziam os alemães ao tempo de Hitler com judeus, negros, homossexuais, lésbicas, o povo cigano e outras minorias, e o que faz Israel com os palestinos.
 
Por trás de tudo isso o petróleo de países do Oriente Médio, governos corruptos como o do Egito, da Arábia Saudita, da Jordânia, aliados dos EUA, de quatro diante de Israel.
 
A água palestina saqueada é “negócio nosso de cada dia” de terroristas sionistas.
 
No dia 1º de março reúnem-se em São Paulo empresários, dirigentes e proprietários de grandes jornais, editoras (ABRIL por exemplo), de redes de rádios e tevês, latifundiários e banqueiros para discutir a “liberdade de opinião, de expressão”. A palestra de encerramento vai ser feita pelo proprietário da RCTV, cuja concessão foi cassada pelo governo do presidente Hugo Chávez da Venezuela. É também uma reação à CONFERÊNCIA  NACIONAL DE COMUNICAÇÕES, promovida pelo governo Lula e outras entidades, buscando formas e sugestões para que a informação seja, no mínimo, verdade. Opinião é diferente.
 
E não como a GLOBO faz. Ou a FOLHA DE SÃO PAULO. Ou VEJA. E de quebra discutir como eleger José Collor Arruda Serra para evitar problemas futuros.
 
O povo? Mas desde quando isso conta para esse tipo de gente? Na concepção de William Bonner é como se fosse Homer Simpson. Não quer a verdade, mas informações que não o façam pensar, ou principalmente atinar com a realidade. Rebanho tangido e moído em noticiários, novelas ou na versão televisiva de um bordel, o BBB.
 
Vários terroristas se juntaram em Kabul, capital do Afeganistão, para dizer que vão mudar as táticas de guerra e não irão usar artilharia pesada na ofensiva contra os rebeldes Talibãs, evitando assim acidentes que matem civis, como o que aconteceu em dias da semana passada. Doze vítimas civis. Na segunda-feira, 16 de fevereiro, outros cinco civis morreram em ataques com artilharia pesada. O comandante militar norte-americano havia pedido desculpas anteriormente e afirmado que o comando militar da ofensiva é do governo do Afeganistão.
 
A cúpula do terrorismo internacional com sede em Washington decidiu o que todo mundo já sabia (só não sabe quem não quer), o que já acontece faz tempo. Agentes dos EUA e de Israel podem matar pessoas que signifiquem riscos para seus interesses, ou a segurança desses países, inclusive cidadãos norte-americanos e israelenses se for o caso. E em qualquer parte do mundo.
 
A ANISTIA INTERNACIONAL, braço do capitalismo, fachada de interesses de grupos sionistas, mesmo quando denuncia um ou outro crime aqui e ali desses governos, pediu ao presidente golpista de Honduras Porfírio Lobo, que apure e puna os crimes cometidos desde o golpe que derrubou Zelaya, presidente constitucional do país. Um hondurenho, em média, está sendo assassinado por dia desde a posse de Lobo.
 
As denúncias são da resistência ao golpe naquele país. A ingenuidade da ANISTIA INTERNACIONAL é parte do jogo.
 
As “crianças pobres da Amazônia” são os interesses de grupos estrangeiros na região, rica em minerais estratégicos. Na grilagem de terra por latifundiários liderados pela senadora Kátia Abreu (da quadrilha de ARRUDA/SERRA). Todo o processo de saque e ocupação daquela parte do território brasileiro, na maioria das vezes com cumplicidade de nossas forças armadas, colonizadas nos inúmeros cursos em “bases militares dos EUA”.
 
Os jornais de tevê na terça-feira de carnaval noticiavam que o aeroporto de Porto Príncipe, no Haiti, poderia ser liberado a vôos comerciais na próxima sexta-feira. E acrescentava que dito aeroporto está ocupado por soldados dos EUA. A fome e a miséria permanecem intocadas, no duro mesmo a preocupação com os haitianos, as crianças do Haiti é com o petróleo existente naquele país. Os militares brasileiros cuidam do trânsito.
 
O que é liberdade de expressão na cabeça dessa gente, do terrorismo capitalista? No Museu do Louvre, Paris, existe a medida padrão do metro em ouro. Se fôssemos definir a medida padrão do mau caratismo em jornalismo no Brasil poderíamos usar o plim plim da GLOBO, ou se personalizada, a digital de William Bonner, de Lúcia Hipólito, de Miriam Leitão, de Alexandre Garcia, de Pedro Bial, de Mainardi, Boris Casoy e outros tantos.
 
Liberdade de expressão pressupõe o direito de emitir juízo, opinião sobre o que quer que seja, desde que em cima da verdade. Se distorcida a verdade, omitida, ou transformada em mentira, não é liberdade de expressão. É empulhação. O que a GLOBO faz. A grande mídia faz. A RCTV fez na Venezuela.
 
Os exemplos falam por si. Quando Bonner teve uma crise histérica no aeroporto de Congonhas, no dia seguinte ao acidente com o avião da TAM, mais de cento e cinqüenta mortos, mostrando a pista sem ranhuras e no curso dos fatos se percebeu que grandes aeroportos no mundo têm pistas sem ranhuras. Que o acidente se deu por defeito na aeronave. Que à véspera houve uma espécie de trailer da tragédia num pouso do mesmo Airbus, que a manutenção era insuficiente, pois o lucro era necessário, fundamental, VEJA logo se prontificou para “sanar” a liberdade de expressão da GLOBO.
 
O piloto estava morto, logo a culpa era do piloto. Se o piloto é um ser humano, tem mãe, esposa, filhos, paciência, importante é o progresso e a tecnologia da nova Idade Média. A Idade do Terror Tecnológico. O dinheiro da TAM patrocinando esse tipo de criminoso.
 
A secretária de Estado dos EUA Hilary Clinton disse que o Irã se transforma numa ditadura militar. Falou isso num país árabe a líderes árabes comprados pelos EUA. O que assusta os norte-americanos no Irã é a absoluta independência do país expressa em vontade do povo iraniano em urnas, ao contrário do Egito, onde Osny Mubarak, ditador e aliado dos EUA, concorre sozinho num simulacro de eleição parlamentar, onde os partidos islâmicos são proscritos.
 
Madona não está nem aí para crianças pobres da Amazônia. As adoções que faz mundo afora cumprem um programa de organizações sionistas envolvidas em terrorismo, qualquer que seja a sua forma. O problema de Madona é o quanto cai no caixa.
 
Não é bem a nora que mamãe pediu, mas é aquela figura que apieda-se do cãozinho, mesmo que tenha a forma de criança amazônica, e dá logo o telefone para futuros contatos.
 
Com Eike Batista rendeu sete milhões de dólares. Se funcionar na base de 20% para ela e 80% para a organização cafetã é um grande negócio. No total, além do cachê para shows que fez no Brasil, levou um michê de dois milhões de dólares. É que arrecadou dez milhões.
 
O cachorrinho, como as crianças pobres da Amazônia são adereços para o “negócio”.  Que nem o tal Jesus. Leva quinze minutos de fama e um trocado.    
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