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Escritor, estudou Direito e Comunicação. Tem quatro livros de poesia publicados, participa de várias antologias; teve duas peças de teatro encenadas e, no momento, prepara um livro de contos. Trabalhou como ator nas peças D.Quixote, Hair, Hoje é Dia de Rock, O Arquiteto e o Imperador da Assíria. Dirigiu três peças de teatro. Criou a Gang, faz recitais e performances poéticas pelo Brasil, com A Dupla do Prazer. Dirige a Gang Edições e a Editora Contemporânea. Ministra também Oficinas de Criação Literária no Sindicato dos Professores SINPRO-Rio . É copydesk e colaborador da Agenda da Tribo (São Paulo).Brilhante atuação na Bienal do livro (Rj)-2007.Com sua esposa Denizis (sua musa),apresentam a Dupla do Prazer,por todo o País.

http://www.livrodatribo.com.br/

Enigma

sou este ponto de espanto
no entra-e-sai – no vai-e-vem
metade de mim é quando
a outra metade é quem

parte em mim é desespero
outra parte desencanto
só sei ser múltiplo inteiro
quando eu amo – quando eu canto

tento juntar os pedaços
passos, pessoas passadas
não sei onde estão meus rastros
meu retrato mais exato

entre estes cacos e restos
nem perfil nem biografia
se me perdi nos meus versos
um dia viro poesia


DENIZIS TRINDADE

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A triz, fez teatro, cinema e televisão. Considera-se poeta bissexta. 
Faz parte da GANG, grupo que revolucionou os recitais de poesia nos anos 80. 
E atualmente faz performances poéticas com Cairo Trindade, 
com quem compõe a DUPLA DO PRAZER, em vários lugares do país.
Têm 2 livros publicados, Sessão Cabacinho e Book New Look e o inédito Coisa de Pele.

Deu entrevistas nos programas de TV:

O Show Não Pode Parar, para Ziraldo, (TVE).

Documento Especial, para Nelson Hoinneff, (SBT).

Revista de Domingo, para Márcia Peltier, (Manchete).

Programa Livre, para Serginho Groissman, (SBT).

Jô Onze e Meia, para JÔ Soares, (SBT).

Formada em Biodanza pela International Biocentric Foudation (RJ -0135), 
Sistema Rolando Toro e é membro do Conselho de Facilitadores do Rio de Janeiro.

Ministra vivências de Biodanza na Ação da Cidadania e no seu Espaço Biodanza Rio.
Também dá vivências para grupos de teatro e em empresas.

MULHER MAIOR

                     a todas as mulheres

sou uma mulher inteira,
fêmea em perene cio,
sem medo de amar e errar.

sou bruxa, fada e guerreira,
enfrento até tempestades
no deserto e em alto-mar.

eu sou tudo e não sou nada
e sobrevivo às tormentas,
sem escudo e sem espada.

sou amante das estradas
e namorada dos ventos,
por isto é que eu sigo em frente.

mais que tudo eu sou mulher
para o que der e vier.
mais que mulher, eu sou gente.


TONHO FRANÇA

Tonho França, é paulista, de Guaratinguetá, nascido em 1965, sob o signo de Áries, começou a escrever aos 12 anos para o Jornal “A Tribuna do Norte” de Pindamonhangaba.

Depois de longo tempo em outras atividades, o poeta retorna e dedica-se a poesia, tem três livros solos publicados “Entre Parênteses” e “Sinos de Outono” pela Editora Komedi e Blues à Tarde, pela Editora Multifoco, participação em 15 coletâneas, é membro da U.B.E, e da A.P.P.E.R.J. Premiações em diversos concursos, destacando: Finalista por 2 vezes no Mapa Cultural Paulista, 3 lugar Nacional no IV festival Carioca de Poesia Prêmio Lya Luft, 3 lugar Nacional no 8 prêmio Missões, I lugar no IV festival de arte em Osasco, e vencedor do I Concurso Carioca de Poesia, promovido pela ABRACI/FENAC , cuja final deu-se na A.B.L.

Ministra oficinas de poesia, trabalhos voluntários na área cultural para Ongs.

“Escrevo não para agradar ou convencer, escrevo o que minha alma grita e meu coração extravasa, por devoção à arte, escrevo por ser extremamente a verdade”.

Detalhes

Pelos mesmos tons das noites,
Pelos sons de lembranças ternas,
Pelo calor que ainda me sustenta,
Pela tua preseça a dançar,dançar,
Em notas suaves,lentas...lentas
A perpertuar-te pelos ares.
Por estar em mim,em todos os lugares,
Pela dor da saudade,pelas lágrimas
Ainda teu nome,ainda teus versos são versos,
Que nunca teve leste,nem percebeste,
Por talhares em mim todas tuas rotinas,
Como um ritual,de talhe em talhe,
Todos teus traços,linhas,de talhe em talhe
Perpétuo olhares
De talhes em talhes...
Detalhes...

*Extraído do livro Blues à tarde pág:27.


FERNANDA INGRID DANTAS VALENCISE

Pseudônimo: Fernanda Valencise

Pernambucana, residindo em Recife, Atriz e compositora. Desde pequena adorava escrever, compor suas canções. Lançou seu primeiro livro de poemas e crônica “ Pássaro sem asas” em 1998 . Cursou Arte – Educação com base em Artes cênicas na UFPE.

Primeiro lugar com seu poema Gota de orvalho, no concurso LITERAPROSIA do Colégio Americano Batista, e o poema Horizonte, do mesmo livro.

Sorriso meigo, que contagia, poderá vocês encontrar no livro de antologia e saciar o desejo de ler uma bela poesia em novembro através da Antologia dos Poetas Virtuais.

Bailado

Cadeiras ao vento,
Pensamentos jogados,
De coragem e lamento,
Meu flutuar rasgado;
São refeitos os traços,
Em um súbito instante,
Com o vento desprendo,
O meu ser inconstante;
E decolo na brisa,
No bailar da garoa,
Um ruído me avisa,
Desta coisa tão boa;
Que é viver nos meus braços,
No terraço da vida,
Nas cadeiras da frente,
Pelo vento perdida;
Sopro vem, sopro leva,
Vou seguindo levada,
Vou sorrindo ventania,
Nesta minha revoada.

Fernanda Valencise


LEDEMIR BERTAGNOLI

(Pseudônimo: Ledemir- O Poeta)

Ledemir, POETA PAULISTA Formou-se em filosofia. Escreve poesias desde 1978 como ele mesmo diz: renasceu em um caderno e jamais conseguiu encontrar a linha que indicaria o caminho certo a trilhar.Nasceu em Americana- SP. Escreve não o momento nem o sentimento, escreve por inspiração que aparece do nada e transforma tudo em rimas e versos. Num universo que ele desconhece mais sabe que existe... . Participou desde a 1ª Antologia e em novembro estará lançando sua 2ª Antologia dos poetas virtuais. Livro de poesias com mais 18 poetas. Vale à pena conferir!

Fascínio

Queria eu parar a volição
Que invade meu pensar
Tomando conta do coração
Trazendo fascinação
Olhos que me hipnotizam
Boca a enfeitiçar
Sonhos que invadem
Alma que diz idem
Desejos que me seduzem
Encontro com minha alucinação
Determinando minha loucura
Atraindo irresistivelmente
Ao cativo de minha alma
Tendo um objetivo
Num corpo atrativo
Desprendendo meu fascínio
Estou perdendo o domínio
Nesse seu deslumbre
Dum corpo esculpido
Conseguiste seduzir-me
Vejo seu sorriso
Em todos os rostos... Expostos
Loucura dum fascínio
Trazendo a volição
Do meu ato
Que se resume a vontade
De iludir meu ser
Nesse fascínio...

Ledemir Bertagnoli  

Lourenço Ildefonso da Silva, nascido em Anadia -Al, com mais de 60 anos,reside em Jandaia do Sul – Norte do Paraná, professor aposentado de Geografia, voluntário em várias entidades: SSVP, ONG Água, APPS,Sindicatos.Fundador e presidente da Sociedade dos Poetas Jandaienses (SPJ).Com vários livros protótipos, várias premiações e certificados de participação em concursos literários, bem como textos poéticos ou não publicados em várias revistas e jornais regionais. O seu lema é: "Aposentado sim, inativo nunca".

 

PRESERVE A AMAZÔNIA E O PLANETA

CF- 2007

Amazônia, fonte de vida e esperança
De todos e até das crianças
A mesma faz parte do ecossistema.
Para salvar o nosso planeta
Não devemos usar de mutretas
É este o grande tema.

A Amazônia faz parte do global
Portanto devemos usar de grande ideal
Para resgatá-la da incoerência humana.
A prepotência e ganância do homem
Este ser que tanto consome
Não usa da justiça que emana.

Quem planta vento, colhe tempestade
Esta é a grande e real realidade
Isto foi o que aconteceu com a nossa floresta.
Para resgatarmos aquela região
Torna-se necessário a força de cada coração
Para salvar os animais que vivem em festa.

A CNBB foi sagaz, foi prudente
Ao propor um tema tão evidente
Nesta Campanha da Fraternidade.
Pudera que os brasileiros e brasileiras
Usassem de atitudes altaneiras
Implantando desde já, a grande solidariedade.

O nosso ecossistema está cada vez pior
Isto porque o homem não teve dó
Só pensou e pensa na riqueza.
Unamos forças e competências
E acima de tudo de decência
Para salvarmos a Amazônia e a Natureza.

Que não sejamos os espiões da vida
Sejamos os donos de uma natureza protegida
Isto é o mínimo que nos alenta.
Sejamos amigos das crianças e das futuras gerações
Usando das entranhas dos nossos corações
Para salvar as plantas que nos alimenta.

O mundo está pedindo socorro
Desde as florestas, colinas e morros
Por isso devemos nos conscientizar.
Para salvarmos o urso polar e outros animais
Devemos implantar tecnologias fundamentais
E propor à humanidade o seu bem-estar.

A Amazônia faz parte da nossa vida
A mesma tem uma função dirigida
Para a sobrevivência dos animais e outros viventes.
Sejamos solidários a CNBB do Brasil
Que façamos um trabalho sutil
Em prol daqueles que são dependentes.


Adiones Gomes da Silva

Adiones Gomes da Silva.Natural de Santana do Ipanema _ AL.Residente em Jandaia do Sul - Norte do Paraná .Licenciado em Matemática e Intensivo de Estatística na ENCE –RJ.Funcionário do IBGE.Vice Presidente da Sociedade dos Poetas Jandaienses (SPJ).Seu pseudônimo como poeta/contista/cronista é Ponga.

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O Oito de Setembro, Um Dia Depois.

O desfile do Sete de Setembro, amor pelo Brasil,
Amor este que os estudantes levarão pela vida;
Quer seja o amor pela simples nota de um a mil,
Quer seja o lazer e o descanso, que ninguém duvida!

Ah, que bom era nos tempos de nossos avós,
Não se ouvia notícias de insegurança e ladroagem,
Todos trabalhavam unidos e alegres , nunca a sós;
Na pior das hipóteses, tinha-se sutil malandragem!

O bom cabrito não berra, já dizia o filósofo amigo,
Estamos aí a presenciar o maior banditismo e nobre;
O malandro engravatado e rico diz: -deixa comigo,
Cueca era peça do vestuário, agora usam-na como cofre!

E por falar em cueca, vou citar uma tirada do Bruno,
Meu amigo e companheiro, honesto, muito manhoso;
Quando alguém dirigia velozmente e sem ter um rumo,
Dizia:-os cuequinhas apertadas estão aprontando de novo!

Cuequinhas apertadas existem por toda parte, até aqui,
Às vezes a carapuça serve igual pinico na cabeça, legal;
Não têm a sensibilidade de reconhecer o seu sambaqui,
Nem mesmo porque está neste mundo, se acha o tal!

Digo isso porque muitos tais acham por bem elogiar,
Em vez de criticar e tentar acertar o que está errado;
Notadamente, muitos defendem vagabundo, nunca brigar,
Esquecem que seus filhos terão o que lhes for herdado!

Prometi a duas pessoas amigas que escreveria uma crônica,
Resolvi digitar um poema com o título acima, sem pretensões
Não ofendo ninguém por nome, não regionalizo, é a tônica,
Mas não pisem nos meus calos porque doem, haverá eleições!

Por fim, homenageio todos os cidadãos e cidadãs de coragem,
Que saíram às ruas e avenidas, sem medo de vaias, numa boa;
Crianças, jovens, melhor idade, velhotes, a pé ou de carruagem,
Pequeninos de 90 dias, grandes de 90 anos, com sol na croa!

É o Brasil e já dizia o grande estadista John F. Kenedy: - “Não pergunte ao seu país o que ele pode fazer por você e, sim, o que você pode fazer pelo seu país!” Não sou pessimista, mas alguém que quer deixar pra seus filhos um país sem corrupção, sem violência e, a violência não é só assaltos, mortes, estupros, drogas e, sim, a educação e cultura paupérrimas, o desemprego. Um poeta, um escritor, não podem ficar em “cima do muro” ou “atrás da moita” como dizia o poeta Carlos Drummond de Andrade e Monteiro Lobato “Um país é feito de homens e livros”!


Áurea de Oliveira Navarrete

( Pseudônimo: Aona )

Paulistana do bairro de Santana, morando atualmente em Curitiba. Aona como é mais conhecida nas comunidades do Orkut, é Advogada, escritora, poeta e artista plástica .

Amante das artes e das letras. Sua veia literária fala alto diante da natureza e dos animais que são suas verdadeiras paixões.

Pela 1ªvez participa do projeto da Antologia dos Poetas Virtuais que será lançado em Novembro de 2007.

Esta é uma de suas poesias do livro, vocês poderão ler e sentir o que poderá encontrar dentro desta antologia.

Amor sem fronteira

Amor perigoso
que é escondido
que é gostoso
amor bandido.

Amor que é amor
com sinceridade
que perdura no tempo
e deixa saudades.

Amor sem fronteira
premiado por sorte
que vence barreiras
sobrevive a morte.

Amor que é forte
amor de verdade
que vence a cor
a dor e a idade.

Amor com loucura
amor com doçura
amor é a mistura
de doença e de cura!


Sigrid Spolzino Porto Pontes

( Pseudônimo: Sigrid Spolzino)

Mulher de fibra, no voluntariado no hospital do câncer em contar histórias.
Sigrid é de Itajubá-MG. Atualmente morando em Brasília.
Formou se em Pedagogia pela UniBrasília em 2007, Brinquedista desde 2004.
Presidente da Associação de Pais e Mestre desde 2003.
Só em 2006 percebeu seu dom e gosto pelas poesias, daí em diante não mais parou de escrever.
Entrou pela 1ªvez no projeto de Antologia. Começando assim a imortalizar-se na arte de escrever. Poderão encontrar suas poesias no 2º livro de Antologia dos Poetas Virtuais que será lançado em novembro de 2007.

Amor eternizado

Houve um tempo nosso
Em algum lugar, penso eu
Eternizado em pensamentos
Não há como recuperar
Apenas lembrar
Houve tempo que quis outra chance
A vida deu-me pouco de ti
Recordações eternizadas
Adormecidas no coração
Guardadas na memória
O amor nos pega peças
Não vou ceder e voltar
Houve um tempo nosso
Eternizado em meus pensamentos
Lembranças apenas serão
Hoje não careço de chances
A vida deu-me um ser
Suplantado
Vivo no meu coração
Ocupando não um espaço
Mas, todo meu ser.


Cida Fátima

Cida Fátima é de Manhuaçu (MG),Voluntária em creches,pinta e é poeta.Posta seus poemas no Recanto das Letras.
www.recantodasletras.com.br
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SOU MULHER

Sou Mulher...
Sou sentimento
Sou alegria
Sou tristeza!

Mulher afeição...
Sentimentos aflorados
Alegria contagiante
Tristeza por ser podada!

Afeição pelos filhos...
Paixão a flor da pele
Querendo ser amada
Sempre pronta para amar
Contagio com otimismo
Mas podada para realizar!

Sou Mulher...
Menina temerosa
Ou adolescente apaixonada
Sou Mulher poderosa!

Cida Fátima

Hildebrando Souza Menezes Filho

http://hildepoeta.blogspot.com/

http://aprendizpoeta.multiply.com/
Possui graduação em Ciências Contábeis pela Universidade Federal da Bahia (1977) , graduação em Filosofia Pura pelo Instituto de Filosofia e Teologia 'Matter Ecclesiae' (1982) , especialização em Teologia pelo Instituto de Teologia da UCSAL (1984) e mestrado em Desenvolvimento Sustentável pela Universidade de Brasília (2001) . Atualmente é Assessor da Presidência do CNPq do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Tem experiência na área de Administração , com ênfase em Administração Pública. Atuando principalmente nos seguintes temas: Ciência, Cidadania, Plataforma Lattes, Gestão de C&T, Informação em C&T e Sistemas de Informação.Reside em Brasília-DF.

É Ela! A Eva...

Hildebrando Menezes

Nasceu no Maranhão.
Tocou fundo o coração
Parece uma francesa...

Lábios de framboesa.
Como posso esquecê-la?
Devo ou não devo?!

Tudo nela é prazer!
Perdi o sossego.
Penso nela o dia inteiro.

Ouvindo "She" de Aznavour
Canção que nos aproximou.
Doce preço de amor.

Tesouro de valor.
Em pleno inverno...
Uma flor brotou.

Sol de primavera.
Anunciando o verão.
Sorriso tão radiante.

Rosto deslumbrante.
Visão estonteante.
Anjo ou demônio?

Bailarina de ballet.
Cisne alvo... branco.
Rodopia pelos cantos.

Perfumes sensuais...
Frenesi de sexo louco.
Em orgasmos soltos.

Sinto seu cheiro...
Tremo inteiro!
Arrepio...esquento!

Lavra de vulcão...
Tô em plena erupção.
Só a vejo na multidão.

Síntese de minha prece.
Como meu amor cresce.
Pago o preço que for...

Para ter o seu amor.
Virarei menino cativo.
Mendigo de seus carinhos.

Obediente e bonzinho.
Para ela...só pra ela...
compus estes versinhos.

Para ter sua atenção...
e registrar tanta emoção.
Estou aqui... sedução!


Elcio Josac de Moraes

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(pseudônimo: Elcio Moraes )

Elcio Moraes, natural de São Paulo (capital), poeta, artista plástico e compositor, tem suas poesias publicadas em vários sites como: dada.net, planeta literatura, cultura livre, space live, poemas de amor, recanto das letras e outros e também em vários blogs e comunidades em que participa.
Desquitado, reside com os seus quatro filhos, ama a natureza, as pessoas sem exceções e tudo o que é belo.
Sensível, romântico e um sambista nato, participa atualmente na Escola de samba Vai-Vai do bexiga, na ala dos compositores.

SOMOS UM

Ah! Sem você não viveria.

Meu amor,minha paixão!
Sem você tudo seria
uma eterna solidão!

Ah! Que bom que tu, vieste
Oh! Razão do meu viver!
E que bom que tu quiseste!
Fazer parte do meu ser.

Hoje eu sou feliz contigo

Cem por cento amor,meu bem querer.

Sabe que te amo tanto,,meu viver!

Sei que é feliz comigo!
E que me amas pra valer!
O que de nada fez, um saber ser!..


Poetas Andréia e Nayara, poetas q fazem parte do Projeto do livro Poetas Virtuais

Colaboradora: Magali Oliveira (Mentora, Organizadora, Escritora e Poeta. Do projeto de Antologia dos Poetas Virtuais)

Andréa Lúcia Barreto Guarçoni

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( pseudônimo: Andréa Lucia)

Engenheira Civil e Poeta

Participa da antologia desde seu início.

Esteve presente no lançamento do 1º livro de Antologia dos Poetas Virtuais em Fortaleza. Agora participando também do 2º livro de poesias.

Suas poesias nos tocam a alma de uma forma arrebatadora.

Seu estilo é bem eclético. Este é um de seus poemas que vocês podem conferir no livro. Para adquirir a obra entrar em contato através do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou através do site que estará pronto ainda neste mês de setembro

Meu Jeito de Ser...

Gosto do meu jeito de ser:
Não me rendo à regras
tradições ou convenções.
Gosto de ser despojada
Não me prendo a nada.
Não ligo para estilos,
modismos ou tendências.
Sou guiada pelas minhas preferências.
Meu humor é minha maior influência e
Meu prazer é razão da minha existência
Só a ele sou fiel e devo obediência.
Sou eclética, por natureza
Admiro em tudo, a beleza
Não me prendo a defeitos
Estamos longe de sermos perfeitos.
Prezo a honestidade e a lealdade
Detesto hipocrisia e falsidade.
Aceito bem mudanças e modificações
Gosto de diversificações
No entanto, repudio imposições.
Transito por ambientes e meios diversos
Comporto-me, adequadamente, nesses universos
Gosto de ir a restaurantes requintados
E, adoro sentar em botecos esculhambados
Enfeito-me com bijuterias de latas ou de ouro
Me visto com sapatos caros ou sandálias de couro
Coloco roupas de grifes renomadas
Igualmente, roupas simples e surradas
Gosto de ser despojada
Gosto de ser assim
Porque o maior tesouro que carrego
Não está no que visto ou aparento
Está no meu coração, está dentro de mim!

Nayara Francisco Nunes

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(Pseudônimo: Nayara Francisco)

Nasceu em Itabuna, morando atualmente em Salvador BA.

Estudante de Farmácia generalista, fazendo 9° semestre, já no término de seu curso. Começou a escrever quando foi residir em Ilhéus. Doce menina participa pela 1ª vez da Antologia dos Poetas Virtuais. Passou a levar mais a sério quando os amigos do Orkut incentivaram-na dizendo que gostavam de suas poesias...

Uma de suas poesias que podem encontrar no 2º livro de Antologia dos Poetas Virtuais que será lançado em Novembro de 2007.

Já não canso de falar

Já não canso de gritar

Continuo a falar argumentar e soluçar.

- Vamos amar
Incomodo-me e quero incomodar

Mostrar a dor a quem não sente

E gritar por amor a quem provoca dor
Pedir por mim e por todos aqui.

Vamos nos incomodar com a injustiça
-Vamos amar!
Soluçar e solucionar

Planejar com ação e emoção
Dói em ti, fome ali dói em mim
Fome aqui, morre ali e quem sabe aqui.
Triste ali e ele aqui e triste de mim.

- Vamos amar
E tentar solucionar
Porque tem que doer em ti em mim.


Silas Corrêa Leite

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O Poeta Silas Corrêa Leite, da Estância Boêmia de Itararé-SP, Autor de Campo de Trigo Com Corvos, Contos, Editora Design, SC, é Teórico da Educação, Jornalista Comunitário e Relator da ONG Transparência nas Políticas Públicas – Site: www.itarare.com.br/silas.htm

D E V E R

Aos Mestres, Com Carinho

Levanto-me todo dia para ir trabalhar
Mesmo já sabendo que estarei dividido
O péssimo salário, a condução, o lugar
Além da desesperança, o sonho perdido

Mas sigo em frente buscando me encontrar
Com a alma pisada e o coração partido
Não tenho casa - talvez nem tenha um lar
E só Deus sabe o quanto tenho sofrido

Cada sonho, cada busca é um pesar
Que abalam o meu espírito oprimido
Mas mesmo assim eu tenho que lecionar
E encorajar sonhos - tristezas não divido

E quando à noite chega a hora de voltar
Tenho que estar consciente; é o que tem sido
Porque bem tarde na hora de descansar
TENHO QUE TER A CERTEZA DO DEVER CUMPRIDO!

Sou um poeta apaixonado pela vida. Nasci em Alagoas, na cidade de União dos Palmares.Casado, tenho dois filhos. Graduação em Medicina; Pós-graduação em Oncologia Clínica ( INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER_ RIO DE JANEIRO); Língua Portuguesa e Literatura brasileira pela UNICID (UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO) Escritor, possuo 34 livros publicados nos mais diversos gêneros literários. Atualmente resido em Maceió, onde exerço a profissão de Médico e escrevo a minha literatura. Contribuo como articulista para vários jornais em meu Estado , semanalmente, além de uma revista mensal. Sou membro do PEN CLUB do Brasil, Academia Maceioense de Letras, Sociedade Brasileira de Médicos Escritores, Academia Alagoana de Cultura,etc.

Obras Físicas Publicadas:

Luzes da Imaginação;O Ultimo Dalai;A Saga de um Grande Amor;As Violetas de Deus;O Silêncio de um peregrino;O Amor do Meu Ódio,Além das Estrelas;Os Guardiões da Morte,Roda Viva;Brasil 500 anos rumos e etc.

Não Vou Chorar

Paulino Vergetti Neto

E se for para chorar,
que meus olhos sorriam,
gargalhem mentirosos
escondendo a dor que sentem
e para mim não mentem,
mas apenas me enganam.

Eu gosto deste meu olhar
arredio e chegador,
alegre e triste
como se não sentisse amor
mas amasse a vida
e todo o mundo.

E se for para chorar,
que a alma cante
e meu olhar não se espante
se em vez da dor
sinta amor
e não morra de saudade.


Francis Pires

Sou nascida em Jandaia do Sul, Paraná, tenho 36 anos, sou professora de Língua Portuguesa e escritora nas horas vagas. Adoro poetizar a vida, e versejar sobre os acontecimentos.
Possuo textos publicados em diversas antologias poéticas.

 Livre Pensar

 

Francis Pires

Preso na idéia mascarada
O que mente por soberania
Livre é o homem como claro é o dia
O da verdade brutalizada
Lutando contra a mentira elitizada

O que te dão, o que recebes
Não é o que têm para dar
São venenos, são enganos
Prontos a matar e escravizar

Desata a escrava idéia
Emancipa a revolta da mente
Entrelaçada será a demagogia
No novelo do falso crente

Pássaros caídos
Ferido pelas balas do poder
Trouxeram a morte...
Descida do céu
Caída à sorte
Dos que mandam e estão perdidos
Porque da justiça se levantou o véu

A liberdade é tua,
É o direito de pensar
Dos que idealizam na rua
E que também sabem mandar .


Marco Aurélio Valladares Souza.

Professor,filho de Maurício Santos Souza e Marinalva Pinto Valladares Souza.Baiano de Santo Amaro.

E-mail : Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Livros publicados: Dilúvios - Trilogia de uma década; Amar vale a pena; O Histrião Arpista; Soturno;O Forasteiro.

Livros inéditos: Sonetos; Histericorietas Esquizitofrênicas.

Webpages: Pessoal:

http://marquinhovalladares.blogspot.com/

Com livros :

http://diluviostrilogiadeumadecada.blogspot.com/

http://amarvaleapena.blogspot.com/

http://ohistriaoarpista.blogspot.com/

http://soturnosoturno.blogspot.com/

http://sonetosemnumeros.blogspot.com/

Arte Digital :

http://www.flogao.com.br/mqvalladares

VISITANTE

(Marquinho Valladares)

Hoje, fiquei escutando canções
Que nunca ouvi junto com você,
Mas que são nossas canções.
E embarquei numa viagem boa
Por uma cidade que nunca fui;
Andando por ruas que nunca vi;
Até que cheguei em frente à casa
Onde sei que você espera
Que eu nunca bata à porta.
Assim o fiz, parado, olhando,
Esperanto que num momento,
Ao menos por um instantinho,
Você aparecesse na janela
E sorrisse este sorriso lindo
Sorrido apenas por você!
Cada canção trazia-me, então,
Um jeito de, ali, te esperar.
Melancólico, no compasso do blues;
Ansioso, em um rock oitentista;
Tenso, numa balada de amor;
Feliz, em todas as canções.
Você não veio à janela ver
Que eu estava a te esperar;
Mas pude ver, no seu jardim,
Uma flor em botão desabrochar.
Reguei-a com lágrimas de amor
E desliguei o som e o sonhar.
Hoje, fiquei escutando canções...


Carlos Eduardo Rodrigues Bonito

Nasceu na baixada santista em Praia Grande onde vive até hoje. Escritor e poeta seu trabalho foi divulgado em várias coletâneas, sempre participou de concursos literários da região. Escreve para sites literários de vários lugares tais como: www.recantodasletras.com.br e até mesmo de fora do Brasil, membro da Casa dos Poetas e Escritores de Praia Grande ocupando o cargo de relações públicas e tem participando de várias feiras literárias lutando com outros escritores da região para provar que na baixada santista não a apenas praia e água de coco, mas também possui escritores que querem ser lidos e buscam um espaço no meio literário. Ultimamente tem trabalhado na divulgação do seu livro VIDAS NOTURNAS um romance erótico escrito via internet em parceria com uma escritora de Jaú Sara Stewart

Visão feminina do amor

Carlos Eduardo Rodrigues Bonito

Lembranças ecoam em minha mente
Vão e vem como a chuva e o vento
Sinto você presente
Guardo comigo um amor sofrido
Agora contido dentro do peito.
Lagrimas secaram
Mas a alma ainda chora
Num silencio tenebroso
Quando lembro de você!
Fui sua menina
Que você fez mulher
Entreguei me de alma exposta
Corpo vencido por seus encantos!
Homem maduro
Marcado ! Vivido!
A ti entreguei meu maior tesouro
Por poucos anos você me ensinou!
As faces do amor foram mostradas
Agora por ti já marcada
Cartas já jogadas
Amor trocado
Lembranças agora entoam
Num cântico triste
O vento se vai!
A chuva já a cessar
As lagrimas secaram
Por você não choro mais!
Mas o coração ainda bate
Entoando as lembranças
Que guardo de você.


Poeta Mineiro

Em 25 de Junho de 1951, na cidade de São João do Paraiso, estado de Minas Gerais, nasceu Alvimar Moura Matos. Estudou inicialmente em Minas Gerais , transferindo para São Paulo.
Participou de vários eventos literários em sua  Escola.Sendo homenageado com diploma de Honra ao Mérito em 1966.Retornando a escrever somente em abril de 2006. Hoje como empresário atua no ramo de confecção.

MINHA MUSA

Poeta Mineiro

São negros os teus olhos, tão ardentes,
Como as noites sem luar,
São profundos, meigos e atraentes,
Como o negrume do fundo do mar.

Tua voz é macia e aveludada,
É encanto é magia e canção,
É como o som de uma sonata,
Que ao ouvi-la me enche de emoção.

Teu sorriso é uma rosa,
No desabrochar - quanta beleza,
É como a brisa da aurora,
Que me encanta com certeza.

O teu seio é como a pluma,
Tão macio e encantador,
É divino e resplandece,
Nesse corpo sedutor.

Nas tormentas da vida,
O teu amor a minha dor,
É você minha querida,
Que alivia o meu furor.

Na treva o teu amor é astro,
Na turbulência é calmaria,
É abrigo - na tempestade,
É uma prece, Ave Maria.

É por isso eu te amo, minha querida,
Quer na alegria, quer na tristeza,
É na vaga ou na brisa,
Não existe amor com tanta beleza.

Soneto das Mãos

As mãos enlaçam, se abraçam,
falam,calam e escancaram.
Ás vezes gritam, ansiosas,
embaraçam , ficam curiosas!?

Buscam amizade, verdade,
iludem-se, sentem saudade.
Desenham sentimentos, mistério!
Desatinam e saem do sério...

Reacendem paixões, com carinho,
caminham pacientes ao ninho.
Insistem e aproximam em silêncio!

Fazem tudo que desejam, sutilmente,
suavidade, desejos, de repente!
Mãos devoradoras, invadem!

Ah!Essas mãos... Minhas mãos!

Sandrah (Pseudônimo)

SOU...

Sou madrugada que chora,
revivendo momentos de nostalgia.
No vazio procurando...agora
e,faço da penumbra um vigia

Sou chuva que, reanima vidas
e na aridez ,fecundo sementes.
Satisfaço corpos suados ,ardentes
e ,com carícias alivio as feridas.

Sou mar ,nesse balanço...vai e vem
 Que,  nessas ondas serenas,tudo convém.
Me  faço deusa ...e fico nua.

Sou mulher!Talvez mundana,
Errante ,mutante e profana.
Amo, desamo,derramo e esparramo!

Sandrah

Poetas em destaque

Sirlei   l.  Passolongo

Sirlei L. Passolongo é de Cianorte-Paraná..Mas sou professora de história
Tenho 04 filhos..todos meninos que me dão um trabalho!
Amo meus filhos, a vida, os amigos...mas tenho um defeito..excesso de sinceridade..odeio gente falsa e ela fica sabendo logo.
Sou de rir por qualquer coisa..mas também choro por qualquer coisa.
Sou romântica ao extremo, acho que o mundo seria bem melhor se todos fossem.
Sonho um mundo de Paz, paz, e paz.
Dinheiro nunca tive, não tenho, e também não me importo muito..só quero sobreviver e cuidar dos meus filhos.
Tenho problemas como a maioria das pessoas, mas sempre imaginam que não tenho...
Meu sonho é conseguir publicar meu livro de poesias, espero um dia conseguir.
Espero que tenha conseguido passar um pouco de mim.

Quando a Gente Ama

Não importa o tempo
As barreiras...
O que vale é cada momento
Que estamos pertos
Que podemos nos ver

Ah! Quando a gente ama
Se chove lá fora...
Se faz sol
Se faz frio ou calor
Nada importa
Quando estamos do lado
do nosso amor

quando a gente ama
não envelhecemos um para o outro
a cada dia nos surpreendemos com
cada sorriso da pessoa amada
com cada gesto...

Quando a gente ama
o tempo não existe
a noite que imploramos
por não acabar, logo se vai
mas nosso amor aumenta a cada dia

porque, quando a gente ama
o que importa é viver esse amor
não importa o mundo lá fora!

Sirlei L. Passolongo

...............................

Magali   De  Oliveira
     
Magali de Oliveira é Cearense,reside em Fortaleza é controller/professora/escritora.                 
Em 2000 lancei um livro de poesias " A procura da Paz Perdida" NO RJ E FORTALEZA.
Em 2001 fui sócia fundadora da ALLECE.Academia Leonística letras do Ceará.Ocupando a 37ª Cadeira.
Em 2002 fui secretária do 1º livro da academia ALLECE.
Em 2006 criei um projeto de Antologia de poetas virtuais.
Em Março de 2007 Organizei, fui mentora e Lancei um livro de Antologia dos poetas virtuais.Junto com 18 poetas.
Em 05 DE SETEMBRO de 2007 -39ª cadeira da Academia Feminina de Letras doi Ceará- AFELCE.
Em novembro de 2007 -2º livro de Antologia dos poetas Virtuais.
Final do ano estaremos com o 2º livro lançado de Antologia.Quem se interessar poderá me procurar, ainda tem vaga.Mas somente até final de setembro aceitarei inscrições para fecharmos o livro.

Sentimentos
Quando nasce um sentimento
o coração sente através dos olhos
como uma mágica...Uma atração
tudo de bom que pode nos dar.

Parecem duas almas gêmeas
que com o sorriso através do olhar
passa a magia do amar...
Sentimento maior... Que é o amor!

É um anjo que vem em forma de canto...
Do doce aroma da flor...
Dos ventos fortes de agosto...
Da lua cheia a mostrar teu rosto.

Sentimentos fortes
que faz da poesia
um acorde...Uma música
Tocada nas veias do coração.
Magali Oliveira

............................

Elio de Oliveira

Elio Candido de Oliveira,é de Ibiá-MG.Publica no Recanto das Letras.Escritor amador.

Ascende, mas não queima.
Passo as mãos por seu corpo.
De formas ardentes e sedutoras
Toques e mais toques.
A todos os lados, e sentidos.
Estoura o desejo,
É, a entrega
Roubo beijos,
Elevo minha temperatura.
Descompassa e dispara o coração.
È o desejo, sexual, da atração.
Usufruo do teu corpo, teu sexo.
Teus seios a descoberto.
Corpos nus, vibram, é sedução.
Arrebate, desespere, estremece.
Ao ser possuída.
Parece sentir a explosão.
A explosão do tesão, solta gemidos.
Mergulha-se em paixões vorazes.
Descansa, acosta-se ao meu peito.
Aliviada, adormece. Vejo-a.
Espero. Adormeço!!!

Elio Candido de Oliveira.

...............................

Sueli Fajardo

Sueli Fajardo,paranaense de Jandaia do Sul.Professora de Língua Portuguesa.Posta em vários sites,entre eles o Recanto das Letras.Tem publicações em várias Antologias Poéticas e também é cronista e contista.

Eu-Paradoxo

Sou alegria contagiante e tristeza profunda.
Tenho a serenidade do rio sem correntezas
e a ressaca mais impiedosa do mar bravio.
Algumas vezes, contemplação e observância.
Outras, atitude e ousadia.
Sonhos de algodão povoam minha alma.
A dureza das rochas, a minha vida.
Enxergo o coração e alma das pessoas,
mesmo as que não vejo.
Meu coração e minha alma vivem expostos,
como ferida aberta.
A quem a cure...
A quem a dilacere ainda mais...
Valorizo a aparência da alma translúcida e livre de temores, de rancores.
Tudo em mim é espontaneidade, verdade.
Mesmo meu silêncio ou minha timidez
falam...
Sou voz eloqüente no vazio das palavras.
Sensatez e loucura com a mesma intensidade.
Sensibilidade intensa.
Abstração solúvel no vinho tinto...
Creio, mas questiono.
Bondade, perdão, amor e compreensão
são os únicos sentimentos dos quais
desconheço ou aceito o paradoxo,
quer seja em mim ou em você...

Sueli Fajardo


PoeTravessia


Sandra A. de Almeida, paranaense de Jandaia do Sul. Geógrafa, ativista de movimentos sociais nas décadas de 70 e 80. Atua no ensino médio há 27 anos (escolas públicas e privadas), sendo que 24 anos no Estado de Rondônia, cidade – Cacoal. Tem várias publicações em diversos sites: www.almadepoeta.com.br (Rio de Janeiro), www.paralerepensar.com.br(Salvador-Bahia), www.cronicascaricas.com.br (Rio de Janeiro) .
Por diversas vezes teve seus poemas publicados por Selmo Vasconcelos no Jornal online www.rondoniaovivo.com.br, no Momento Lítero Cultural, publicações no Jornal Alto Madeira. Publicações no Recanto das letras.E em vários Blogs.
Minha comunidade:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=17438274
Meus Blogs:
http://sandrah-poemar.blogspot.com/
http://brazil-sandrah.blogspot.com/
Blog de meu amigo Rodrigo Poeta (Cabo Frio-RJ):
http://antologiapoesiarte.blogspot.com/
Blog de meu amigo Selmo Vasconcelos:
http://orebate-selmovasconcellos.blogspot.com/
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