Do século XII ao século XXI: os grandes momentos da Notre-Dame de Paris

Há mais de oito séculos, o coração da França bate em uníssono com o desse ambiente de pedra. Não é por acaso que o ponto zero das rodovias francesas esteja localizado à frente de seu portal. Casamentos, ações de graça, homenagens sacras ou ainda funerais...

De São Luís a De Gaulle, a catedral de Notre-Dame de Paris tem servido de teatro para todos os grandes momentos da história nacional, já que, na prática, o ato batismal da nação, a primeira referência à França antecede em meio século o início da construção da catedral (nota).

Depois de ter sofrido com a Revolução e abandonada, Notre-Dame encontrou uma segunda vida, graças a um romance, (O corcunda de Notre-Dame, de Victor Hugo, 1832) de sucesso mundial. Ela foi, até 15 de abril de 2019, o monumento mais visitado da Europa (13 milhões de visitantes a cada ano). Oremos para que ela volte em breve...

A história de Notre-Dame em 10 datas

§  1163 – Início da construção de Notre-Dame
§  1239 – São Luís deposita a coroa de espinhos do Cristo
§  1302 – Filipe, o Belo, reuniu os primeiros Estados Gerais
§  1572 – Um casamento como prelúdio do massacre de São Bartolomeu
§  1793 – A catedral se torna o Templo do Ser Supremo
§  1804 – Napoleão é coroado imperador
§  1918 – Te Deum do Armistício
§  1945 – Te Deum da Liberação
§  1970 – Funerais do general De Gaulle
§  2019 – Um incêndio devasta a catedral

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Coroação do imperador Napoleão I; óleo sobre tela de Jacques-Louis David (1748-1825) – Museu do Louvre, Paris

Um filho de lenhadores deu uma catedral a Paris

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O bispo Maurice de Sully em um vitral de Notre-Dame

Foi em 1163 que o bispo Maurice de Sully, filho de pobres lenhadores, decidiu dar uma à capital do Reino uma catedral à sua altura, no novo estilo francês que hoje é chamado de gótico.

Notre-Dame de Paris recebeu de São Luís uma relíquia preciosa dentre tantas: a coroa de espinhos usada pelo Cristo. Ela congratulou-se com o julgamento na reabilitação de Joana d'Arc. Mais tarde, foi à frente de seu pórtico que o protestante Henri de Navarra, futuro Henri IV, casou-se com sua prima Marguerite de Valois.

Tendo ficado sem uso durante a Revolução, a catedral retornou à História ao receber a coroação de Napoleão. Todavia, seria necessário que a magia de um romance popular, “O Corcunda de Notre-Dame”, de Victor Hugo, para que a França, enfim, se reapropriasse de sua catedral, restituindo-lhe sua beleza original e colocando-a no coração de sua História.

No coração da História da França

Seu destino poderia escapar à História da França? Erguida no coração da capital, na pequena ilha da Cidade, abençoada por um papa (Alexandre III), apadrinhada por um rei (Luís VII), como poderia ela escapar de simbolizar a potência dos poderes temporal e espiritual?

O bispo de Paris, que tinha o título de barão, reinava sobre terras e florestas incontáveis em torno de Paris, exercia seu direito de justiça e se tornou, pouco a pouco, um dos personagens mais influentes do reino, chegando mesmo a cuidar dos negócios correntes na ausência do rei, como um primeiro-ministro interino. É verdade que o soberano residia a dois passos, na extremidade da ilha da Cidade, em um palácio refinado, dotado de um esplêndido jardim que dava para o Sena, enquanto esperava pelo Louvre no século XIV.

A catedral de Notre-Dame tornou-se, assim, naturalmente, a paróquia real, onde se desenrolavam as festas e as celebrações, já que era grande o suficiente para receber o povo de Paris. Porém, sua posição continuava frágil, já que deveria lutar sem cessar contra o muito influente abade de Saint-Denis que detinha as regalia – cetro, coroa e mão da justiça - bem como a oriflamme (bandeira, estandarte) das tropas reais. Mais tarde, ela deverá aceitar a concorrência da muito próxima Capela Santa, construída por São Luís.

A coroa de espinhos

De fato, um dos primeiros atos marcantes de sua história foi, sem dúvida, a chegada solene da coroa de espinhos do Cristo, comprada por uma fortuna, por Luís IX, o futuro São Luís, de banqueiros venezianos que a guardavam como penhor. 

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A coroa de espinhos guardada em Notre-Dame de Paris

Em agosto de 1239, a relíquia inestimável fez sua entrada em Paris, durante uma procissão solene; via-se o jovem rei de França, à época com 25 anos, descalço e vestido com uma túnica simples, levar a coroa de espinhos entre as mãos, entrar em Notre-Dame e depositá-la sobre o altar da veneração dos fiéis.

Ali ela permaneceria alguns anos, sob a supervisão do capítulo da catedral, antes de ingressar na Sainte-Chapelle, construída em tempo recorde, menos de dez anos depois.

A catedral perdeu a vantagem na movimentação das relíquias em benefício de sua pequena vizinha da ilha da Cidade. Entretanto, ela permaneceria sempre como o símbolo do poder.

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São Luís levando a santa coroa para Notre-Dame de Paris, em 19 de agosto de 1239 (gravura do século XIX)

Justiça divina, justiça real

Neto de São Luís, Filipe, o Belo, em conflito aberto com o papa, decidiu reunir seus apoiadores sob as elaboradas abóbadas da catedral. Convocou a Notre-Dame, em 10 de abril de 1302, os primeiros estados gerais do reino. A assembleia reconheceu de fato a autoridade do rei em detrimento do poder espiritual. A mensagem foi espalhada, os papas acabaram por compor, não sem atritos com o estado mais poderoso da Cristandade. Teriam eles escolha? O rei, como o papa, também era o vigário de Cristo na Terra. Sua justiça bem se confundia com a dos prelados. No coração de Paris, o pelourinho – ou a escada – estava situado bem em frente ao portal, à vista dos fiéis.

Cuidado com aqueles que provocam a justiça divina ... e também com a ira do rei. Em março de 1314, os parisienses se reuniram em massa na praça para entender a sentença pronunciada contra Jacques de Molay, Grande Mestre da Ordem do Templo, que o rei Filipe, o Belo queria ver desaparecer. Condenado à prisão perpétua – o que equivalia à morte certa – ele se retratou, de súbito, perante uma multidão estupefata: “A ordem é pura, a ordem é santa: as confissões são absurdas e mentirosas ...”.  Este é o grande mestre das recaídas, o arcebispo só pode entregá-lo ao braço secular e ao fogo da lenha. Isso aqui será iluminado naquela noite na Ilha Judaica, a poucas centenas de metros das enormes torres da catedral, ao pé da atual Ponte Nova.

A unidade reencontrada

No fim da Idade Média, no século XV, veríamos a catedral se tornar um símbolo de uma certa unidade enquanto a França saía da desastrosa Guerra dos Cem Anos.

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 Notre-Dame de Paris, iluminura de Jean Fouquer, século XV. A mão de Deus protegendo os fiéis

Joana d’Arc abriu a estrada de Reims, livrando Orleans dos ingleses, as cidades ao norte do Loire caíam umas após outras na mão do pequeno rei de Burges. Carlos VII decidiu celebrar suas vitórias e a recuperação do reino com grandes procissões: em 1449, milhares de crianças, vestidas de branco, com uma vela na mão, atravessaram a nave da catedral como sinal de agradecimento perante a corte em oração.

Seis anos mais tarde, uma velha camponesa assumiu a palavra, sob as veneráveis abóbadas, para defender a memória e a honra de sua filha, Joana d’Arc. Foi então que se abriu de verdade o processo de reabilitação da jovem, condenada pela Igreja e morta na fogueira em Rouen pelos ingleses. Notre-Dame tornou-se o templo e o coração de um país que renascia de suas cinzas.

Casamentos desastrados

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François II e Mary Stuart (do Livro das Horas de Catarina de Médicis)

Horas piedosas, horas escuras, mas também horas festivas, como em casamentos reais, celebradas por um carrilhão de sinos para sacudir os telhados de Paris. Seja lá como for ... não se pode dizer que as uniões celebradas nesses locais foram todas felizes.

Em abril de 1558, a jovem Mary Stuart, rainha das Escócia, casou-se com o Delfim, futuro Fraçois II. Menos de três anos depois, ela que teve tempo para ser rainha da França ... ficou viúva.

Em 1572, foi a vez de Marguerite de Valois, a irmã muito católica do rei Charles IX de desposar o protestante Henri de Navarra. Os parisienses viam com maus olhos essa aliança defeituosa, desejada somente pela rainha-mãe, Caterine de Médicis, enquanto as guerras religiosas dividiam a França. A troca dos consentimentos deu-se em uma estrada esplendidamente adornada, para que o “herege” não entrasse no recinto sagrado. Somente a noiva teve direito a uma missa no interior da catedral. Estas núpcias de cunho político voltavam-se para o casamento de sangue, uma vez que foram seguidas pouco depois pela Noite de São Bartolomeu, na qual grandes figuras do protestantismo acabaram estripadas e jogadas no Sena ... O mesmo Henri de Navarra, mais tarde Henri IV, depois de ter adotado a religião católica, viria à mesma nave render graças à Virgem e ganhar o coração dos parisienses, ainda desconfiados.

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Casamento de Henri de Navarra e Marguerite de Valois (Hermann Vogel), G. Montorgueil, Paris, 1907, Arquivos dos Pirineus Atlânticos
 

O coração da Nação

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Garrgântua tirou os sinos de Notre-Dame e os pendurou em seu próprio pescoço (ilustração de Jules Garnier para “Gargântua”, de Rabelais, 1897)

Missas e ações de graças ditavam também o ritmo dos grandes momentos da França, como tantos outros pontos altos das primeiras "festas nacionais". Via-se também Charles VII multiplicar os ofícios e as procissões, enquanto se recusava ver seu reino ajustado a outras práticas.

A tradição permaneceu e se amplificou nos séculos seguintes. Os reis chegaram a presidir um Te Deum (cerimônia solene de ação de graças) após cada coroação, bem como para qualquer grande evento que viesse cimentar o destino do país: recebimento de soberanos estrangeiros, assinaturas de tratados, casamentos e nascimentos reais, entrada de uma nova rainha em Paris, vitórias sobre inimigos.

Luís XIII, e depois seu filho Luís XIV, tinham também o hábito de pôr em exposição na nave da catedral as bandeiras apreendidas nas batalhas, fato que daria ao marechal François-Henri de Montmorency-Luxembourg seu famoso apelido de “Tapissier de Notre-Dame” (“Tapeceiro de Notre-Dame”).

Cerca de trezentos Te Deum foram também celebrados sob o “Ancien Regime” (o “Antigo Regime” é período da História da França que surgiu no fim da Idade Média e se encerrou com a Revolução Francesa), sendo o último pelo nascimento do segundo filho de Luís XVI, o pequeno Duque da Normandia, que morreu na prisão do templo.

É, portanto, natural que Notre-Dame tivesse se imposto como a grande paróquia da França, estatuto que seria confirmado ao longo do século XIX, após os tormentos da Revolução Francesa, o quanto os revolucionários pensaram em usá-la para fazer carreira.

A coroação imperial

Quando Napoleão decidiu se tornar Imperador Coroado da França, ele poderia ter escolhido a catedral de Reims, símbolo da antiga dinastia justamente decapitada. Ele recuou ante Aix-la-Chapelle, lugar da coroação dos imperadores germânicos.

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Notre-Dame de Paris sob a bandeira azul, branca e vermelha, por volta de 1832, François-Etienne Villeret
 

Decidiu-se por Notre-Dame, mesmo que a única coroação que nela tivesse ocorrido tenha sido a do usurpador inglês Henri IV, em meio às horas mais sombrias da Guerra dos Cem Anos, não trouxe sorte para o jovem rei, uma vez que logo tornou-se inválido.

Notre-Dame, grande e vasta, era o único local parisiense capaz de abrigar a grandiosidade da encenação feita por Bonaparte ao impor sua dinastia.

Por outro lado, o gótico era considerado antiquado, ultrapassado, desatualizado, seria necessário transformar tudo e construir muros como suporte de uma incrível decoração de madeira e papel-cartão! A fachada do século XIII desapareceria por trás de um imenso arco do triunfo com o brasão do Império, com as figuras de Clóvis e Carlos Magno – uma saída típica de Capetos, muito bem aplicada à época.

No interior, a grandeza disputaria espaço com o bom gosto: uma tapeçaria de abelhas de ouro a recobrir paredes e pilares, a pedra desapareceria sob o papel-cartão imitando o mármore, um véu esconderia até a abóbada da catedral e um imenso trono estava sobre uma plataforma de vinte passos, enriquecida com águias, colunas e penas!

Tudo em volta das tribunas de dois andares onde se acumulavam os novos privilegiados do poder, que tinham vindo assistir o triunfo de seu campeão, bendito pelo papa Pio VII, ele mesmo ao fim de uma cerimônia que não tinha fim.

Via-se organizados por ordem todos os corpos do Estado, os deputados de todas as cidades, a França inteira enfim, representada por seus mandatários, enviou seus votos: atrair a bendição dos céus para aquele que ela coroou!”  Registrou Laure Junot em suas memórias. “Esses milhares de plumas flutuantes que adornavam os chapéus dos senadores, dos conselheiros de Estado, esses tribunos da judicatura com seu traje rico e severo, esses uniformes de ouro brilhante, então esse clero em toda a sua pompa, enquanto nos vãos do andar superior da nave e do coro, jovens mulheres, cintilantes de joias e pedraria e vestidas, ao mesmo tempo, com essa elegância que nos pertence, formavam uma guirlanda deliciosa ao olhar de relance".

Após a coroação, Napoleão I mandou batizar seu filho, o rei de Roma, sob as mesmas abóbadas seculares.

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Batismo do rei de Roma, em Notre-Dame de Paris (gravura do início do século XIX, Villers-Cotterêts, Museu Alexandre Dumas)
 

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Eugéne Viollet-Le-Duc mostrado como um apóstolo na parte superior da fachada de Notre-Dame de Paris (DR)
 

Seria necessário, entretanto, esperar por Victor Hugo e o lançamento d’O corcunda de Notre-Dame para que o monumento encontrasse o aplauso do público. Em boa parte, deve-se a esse texto de uma exuberância “gótica” que o monumento deve hoje seu conhecimento e celebridade junto ao povo do mundo inteiro.

As grandes renovações executadas pelo arquiteto Viollet-Le-Duc lhe deram todo o seu antigo brilho (com exceção da notável policromia das fachadas).

A catedral tem acolhido desde então todas as grandes liturgias nacionais. Napoleão III seguiu os passos de seu tio: um Te Deum para saudar o primeiro plebiscito, seu casamento com Eugénie, o batismo do Príncipe Imperial, as ações de graça pelas vitórias, como a de Sebastopol... 

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Flanco sul da Notre-Dame de Paris, em obras, por volta de 1850 (Hippolyte Bayard, Museu d’Orsay, Paris)
 

Notre-Dame de Paris para um adeus às glórias nacionais

Desde sua construção, no século XII, Notre-Dame de Paris foi transformada também no local de grandes funerais. Esse fato começou com a rainha Isabelle de Hainaut, esposa de Filipe Augusto, sepultada no coro.

Por seu turno, os corpos dos reis mortos logo se acostumaram a passar por Notre-Dame, antes de irem para a necrópole de Saint-Denis.

Numerosos personagens eminentes, príncipes de sangue ou da Igreja tiveram também funerais grandiosos com impressionantes catafalcos construídos na nave e sublimados por artistas italianos. Em 1675, o do Marechal de Turenne ainda faz lembrar os espíritos por sua grandiosidade e riqueza: o corpo repousa sob um templo antigo a muitos metros de altura, iluminado por tochas e candelabros, sob um dossel de cortinas penduradas na tumba.

A catedral de República

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Funerais do presidente Sadi Carnot em Notre-Dame, gravura, 1894 (DR)

A queda do Segundo Império e a chegada da III República não mudaram as coisas. Os republicanos, tão anticlericais que fossem, retomaram o caminho de Notre-Dame para os grandes funerais nacionais.

A catedral torna-se o receptáculo do grande luto coletivo. Ali são sepultados os chefes de governo da jovem República com a mesma pompa que no Ancien Régime (Antigo Regime), fossem Adolphe Thiers ou ainda Sadi Carnot, assassinado por um anarquista em 1894.

As fachadas do edifício estavam naquela ocasião cobertas por cortinas negras, enquanto que o enorme carro fúnebre, precedido pelos portadores das coroas fúnebres levava o novo mártir ao Panteão.

Durante a V República, o decoro se tornou mais leve, mas o símbolo continuou vivo. De Gaulle fez celebrar um Te Deum pela Liberação de Paris – ordenando remover as marcas dos tiros do pátio – recusou para si, antecipadamente, os funerais de primeira classe reservados às elites.

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Homenagem dos dirigentes do planeta a Charles De Gaulle, novembro de 1970, Notre-Dame de Paris (DR) 

Durante seu sepultamento bastante sóbrio ao som do harmônio em Colomby-les-Deus-Eglises, os grandes do mundo saudaram sua memória na catedral coberta por bandeiras tricolores. A História se repetiu mais tarde nas obséquias de François Mitterand, sepultado em Charente, enquanto uma cerimônia ocorria em Paris, ao som do Réquiem, de Duruflé, “uma missa poderia ter sido celebrada ...” teria dado a entender o presidente agnóstico.

Desde então, nada de grandes emoções nacionais sem um ofício em Notre-Dame ... uma vigília pelos monges de Tiberine, assassinados em 1996, o sepultamento do abade Pierre, em 2007, ou ainda a cerimônia ecumênica em homenagem às vítimas do voo Rio-Paris, em junho de 2009 ... As grandes comunhões midiáticas sucedem assim as solenidades religiosas de antanho. E as mesmas abóbadas, numerosas vezes centenárias, puderam sempre servir de moldura ao fervor popular... até este trágico incêndio, de 15 de abril de 2019, que fez parar o coração de mais de sessenta milhões de franceses. 


Bibliografia

Notre-Dame de Paris, cathédrale médievale (éditions du Chéne),
Notre-Dame de Paris, la cathédrale vue du ciel (Pèlerin, hors série, dezembro de 2012,
Notre-Dame de Paris, la grâce d’une cathédrale (éditions La nuée bleue), belo livro ilustrado, publicado por ocasião do 850º aniversário da catedral.

Traduzido do Francês por A. Pertence

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