COCAINA E A AGONIA DA MORTE

A- A A+
publicidade

DISFARCE

Quando a noite era distante
E era mais distante ainda o dia
Eu a chamava pelo nome
E tu vinhas formosa
Com o brilho encantador da lua
E sob o olhar pactuante da lua, chorei...
Assim as noites se encurtaram,
A vida também se encurtou
E represei aos meus sentimentos
Pois me era inútil ter qualquer sentimento
Escravo de seus prazeres banais...
Vitais
Fulgazes
Mas, tão necessários como o ar,
Mas o ar não era tão importante
E se as noites eram quentes,
Ou se eram frias as noites,
Eram noites das quais não lembro nem o teu nome
E os sonhos se esvaziaram
A cama se esvaziou
E o quarto tornou-se imensamente assustador
Pois em seu interior não cabia nem eu
Não cabiam meus desertos
Não cabia a paranóia, que me fez namorar com a loucura,
Não cabia sequer minha história
O no mesmo espelho, que duas caras me mostravam,
Mostrava-te duas vezes também
Em seu traje de branco
E com sua farda de morte.


Sérgio Ildefonso 16.04.2007
Copyright by Sérgio Ildefon

 

publicidade
publicidade
publicidade
Crochelandia
publicidade
publicidade
Visitantes desde fevereiro de 2006:
30201394

Blogs dos Colunistas

-
Ana
Kaye
Rio de Janeiro
-
Andrei
Bastos
Rio de Janeiro - RJ
-
Carolina
Faria
São Paulo - SP
-
Celso
Lungaretti
São Paulo - SP
-
Cristiane
Visentin

Nova Iorque - USA
-
Daniele
Rodrigues

Macaé - RJ
-
Denise
Dalmacchio
Vila Velha - ES
-
Doroty
Dimolitsas
Sena Madureira - AC
-
Eduardo
Ritter

Porto Alegre - RS
.
Elisio
Peixoto

São Caetano do Sul - SP
.
Francisco
Castro

Barueri - SP
.
Jaqueline
Serávia

Rio das Ostras - RJ
.
Jorge
Hori
São Paulo - SP
.
Jorge
Hessen
Brasília - DF
.
José
Milbs
Macaé - RJ
.
Lourdes
Limeira

João Pessoa - PB
.
Luiz Zatar
Tabajara

Niterói - RJ
.
Marcelo
Sguassabia

Campinas - SP
.
Marta
Peres

Minas Gerais
.
Miriam
Zelikowski

São Paulo - SP
.
Monica
Braga

Macaé - RJ
roney
Roney
Moraes

Cachoeiro - ES
roney
Sandra
Almeida

Cacoal - RO
roney
Soninha
Porto

Cruz Alta - RS