Petróleo: é possível viver sem ele?

Lançada em 1987, a revista Horizonte Geográfico traz reportagens sobre o Meio Ambiente, Patrimônio Histórico e Cultural, Ecoturismo, Expedições e Responsabilidade Socioambiental, com matérias inéditas sobre como conhecer o Brasil e o mundo através de uma visita a seus hábitos e costumes.

 


Em sua edição mais recente a revista traz uma matéria especial sobre petróleo. Confira:

O mundo se prepara para diminuir a dependência do petróleo, mas enfrenta dificuldades: este é um recurso que move a economia mundial, é cobiçado por todos os países, garante o direito de ir e vir e está presente em quase tudo que nos cerca

Diante da escassez anunciada, dos preços em alta e da ameaça do aquecimento global, o mundo se prepara para reduzir o uso de uma de suas principais fontes de energia: o petróleo. Produtoras e distribuidoras investem pesadamente em opções alternativas. Montadoras testam novas tecnologias para mover carros e caminhões. Mas a tarefa é quase impossível. Da gélida Sibéria ao tórrido deserto do Saara, não há quem dispense o uso desse recurso. A redução influenciaria a quantidade e o tipo dos bens produzidos na economia mundial – e não se está falando apenas de energia e transporte.

Formado por uma mistura de compostos, o petróleo é matéria-prima essencial na indústrias de tintas, ceras, vernizes, resinas, extração de óleos e gorduras vegetais, pneus, borrachas, fósforos, fertilizantes, alimentos. A partir de seu refino, são extraídos, entre outros, gasolina, diesel, querosene, gás de cozinha (encontrado junto com o petróleo), óleo combustível, lubrificante e parafina. Assim, não é à toa que ele tenha sido apelidado de "ouro negro": o petróleo está presente em uma infinidade de produtos (veja ilustração nessa reportagem) – até em hambúrgueres e chicletes.

Dados fornecidos pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) mostram que o petróleo ocupa uma posição de destaque na matriz energética brasileira, com 37,7% da oferta de energia primária. Nesse percentual, o diesel é o derivado que tem a maior participação no consumo (43%), devido à opção pelo transporte rodoviário. Além disso, quase toda a frota de máquinas agrícolas e trens de carga emprega esse combustível. E, embora a maior parte da energia usada para eletricidade venha das hidrelétricas (90%), as usinas termelétricas, que funcionam a base de combustíveis fósseis, como petróleo, gás ou carvão, acabam sendo acionadas nos casos em que os níveis dos reservatórios estão baixos.

A reportagem completa você lê na edição 155 da Horizonte Geográfico.

A revista Horizonte Geográfico tmbém é parceira da Envolverde, que tem o objetivo de levar a você leitor informações relevantes na busca da sustentabilidade.

Para assinar Horizonte Grográfico acesse o site:
http://www.edhorizonte.com.br

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